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Política

Bolsonaro é transferido com risco de morte após passar mal na prisão, diz médica

SVT Brasil

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FOTOS REPRODUÇÃO DA INTERNET

O ex-presidente Jair Bolsonaro precisou ser levado com urgência ao Hospital DF Star após apresentar um quadro clínico grave enquanto estava detido. Segundo relato da médica responsável pelo atendimento inicial, havia risco de morte, o que motivou a transferência imediata.

 Transferência emergencial após mal-estar

O episódio ocorreu na última sexta-feira (13), quando Bolsonaro passou mal dentro da unidade prisional onde está custodiado. Ele foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana e, desde então, segue internado sem previsão de alta, conforme boletim médico divulgado nesta sexta-feira (20).

A decisão de remoção foi tomada pela médica plantonista, identificada como Ana Cristina, após avaliação do estado de saúde do ex-presidente. De acordo com o relatório oficial, a escolta teve início às 6h52 e foi concluída às 8h55, momento em que o paciente deu entrada no hospital.

Comunicação ao STF e detalhes da escolta

A transferência foi oficialmente informada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A notificação partiu da direção da chamada “Papudinha”, espaço localizado no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

O documento enviado ao STF detalha que a remoção ocorreu após constatação do risco iminente à vida do custodiado, com acompanhamento de escolta oficial até a unidade hospitalar.

 Situação jurídica e novo pedido da defesa

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação relacionada a um processo que investiga tentativa de golpe de Estado.

Diante da piora no estado de saúde, a defesa voltou a solicitar prisão domiciliar ao STF. Até o momento, não há prazo definido para análise do pedido pelo ministro relator.

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