A corrida pela Presidência da República entra em uma nova semana com uma disputa cada vez mais acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
De acordo com a nova pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (14), Lula aparece na liderança do principal cenário estimulado de primeiro turno, com 42% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro vem em seguida, com 37%.
O resultado representa uma mudança em relação ao levantamento anterior. Na pesquisa divulgada em 8 de setembro, Lula tinha 39%, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 35%. Agora, o presidente avançou três pontos percentuais, enquanto o senador oscilou dois pontos para cima.
Na sequência aparecem Augusto Cury, com 6%, Ronaldo Caiado, com 5%, e Renan Santos, com 2%. Romeu Zema e Samara Martins aparecem com 1% cada.
Segundo turno mantém disputa praticamente empatada
Apesar da vantagem de Lula no primeiro turno, a situação muda quando a pesquisa simula um segundo turno entre os dois principais nomes.
Nesse cenário, Lula aparece com 47% e Flávio Bolsonaro com 46%.
A diferença de apenas um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, o que caracteriza um empate técnico.
O resultado também representa uma inversão em relação à pesquisa anterior. Na rodada divulgada em 8 de setembro, Flávio Bolsonaro tinha 46% contra 45% de Lula no segundo turno.
Eleição segue aberta
Os números mostram que, embora Lula tenha ampliado sua vantagem no primeiro turno, a disputa para uma eventual segunda etapa continua extremamente equilibrada.
A pesquisa também testou Lula contra outros candidatos. O presidente aparece à frente de Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos nas simulações de segundo turno.
Com o primeiro turno marcado para outubro, os dados reforçam a importância das próximas semanas de campanha, especialmente na disputa pelo eleitorado que ainda não consolidou sua escolha.
Como foi realizada a pesquisa
A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.003 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Os números representam as intenções de voto no momento da realização da pesquisa e não constituem previsão do resultado da eleição.