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Operação Marco Zero: pai é preso acusado de amarrar e estuprar filha de 8 anos em Mato Grosso

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Reprodução/ Rd News

Um homem foi preso nesta segunda-feira (18) durante a Operação Marco Zero, deflagrada nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso, além de outros dois estados, suspeito de cometer estupro de vulnerável contra a própria filha, de apenas 8 anos. O caso foi revelado pela Polícia Civil durante coletiva de imprensa e causou forte repercussão pela gravidade das denúncias.

Segundo o delegado titular da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), Ramiro Mathias Ribeiro Queiroz, o investigado utilizava uma cinta para amarrar as mãos da menina antes de praticar os abusos sexuais. As investigações apontam que os crimes começaram quando a criança tinha 8 anos.

“Quando a menina tinha 8 anos, ele começou os estupros, amarrando a mão dela com a cinta e efetuava o crime. Além de maus-tratos, ele batia nela e nos irmãos”, declarou o delegado durante a coletiva.

De acordo com a Polícia Civil, além dos abusos sexuais, o suspeito também é investigado por agressões físicas constantes contra a vítima e os demais filhos, configurando um cenário de violência doméstica e maus-tratos dentro da residência da família.

A prisão ocorreu no contexto da Operação Marco Zero, ação coordenada pelas forças de segurança com foco no combate a crimes praticados contra crianças e adolescentes. A ofensiva foi realizada simultaneamente em diferentes localidades, com o cumprimento de mandados judiciais relacionados a investigações de violência sexual, exploração e abusos envolvendo menores.

As autoridades não divulgaram a identidade do suspeito para preservar a integridade da vítima e o andamento das investigações. O homem deverá responder pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena pode chegar a mais de 15 anos de prisão, além de possíveis acusações relacionadas aos maus-tratos denunciados pela polícia.

A Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente segue investigando o caso para identificar se houve outros episódios de violência e para garantir acompanhamento psicológico e assistência social às vítimas envolvidas.

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