A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) chamou atenção nas redes sociais nesta segunda-feira (16) ao divulgar uma publicação do site Pleno.News com o discurso do ator norte-americano Michael B. Jordan, vencedor do prêmio de Melhor Ator no Oscar.
O artista foi premiado por sua atuação no filme Pecadores, dirigido por Ryan Coogler. Durante o discurso de agradecimento, Jordan destacou sua fé em Deus, além de prestar homenagens à família e a importantes atores negros que já conquistaram a mesma estatueta.
Discurso destacou fé, família e referências do cinema
Ao receber o prêmio, o ator expressou gratidão e citou nomes que marcaram a história do cinema.
“Deus é bom, Deus é bom! E oi, mamãe. Vocês sabem o quanto minha mãe significa para mim. Meu pai veio de Gana para estar aqui. Meu irmão e minha irmã estão presentes. Minha família. Estou aqui graças às pessoas que vieram antes de mim”, afirmou.
Ele também mencionou artistas que abriram caminho para atores negros na indústria cinematográfica, como Sidney Poitier, Denzel Washington, Halle Berry, Jamie Foxx, Forest Whitaker e Will Smith.
Compartilhamento gerou repercussão nas redes
A publicação feita por Michelle Bolsonaro chamou atenção porque Michael B. Jordan disputava o prêmio na mesma categoria que o ator brasileiro Wagner Moura, indicado por sua atuação em O Agente Secreto.
O longa brasileiro apresenta críticas políticas recorrentes ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o que ampliou a repercussão do compartilhamento feito pela ex-primeira-dama.
Outros indicados ao prêmio de Melhor Ator
Além de Jordan e Wagner Moura, também concorreram ao Oscar de Melhor Ator:
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Timothée Chalamet, pelo filme Marty Supreme
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Ethan Hawke, por Blue Moon
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Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra
Sobre o filme “Pecadores”
No longa, Michael B. Jordan interpreta irmãos gêmeos que retornam à cidade natal no sul dos Estados Unidos durante a década de 1930. Ao tentar recomeçar a vida, os personagens se deparam com uma força maligna ancestral. A trama utiliza elementos sobrenaturais como metáfora para discutir questões raciais.