A defesa do general da reserva Augusto Heleno, ex-ministro do GSI no governo Jair Bolsonaro, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o diagnóstico de Alzheimer foi feito apenas no início de 2025, e não em 2018.
O esclarecimento foi apresentado após determinação do ministro Alexandre de Moraes, que no sábado (29) deu prazo de cinco dias para que os advogados entregassem o exame que identificou a doença.
A equipe jurídica afirmou que houve erro na perícia do Exército realizada durante o exame de corpo de delito, o que teria levado à indicação incorreta do ano de 2018. Os advogados enfatizaram no documento que “em nenhum momento esta defesa técnica afirmou que o Requerente possuía a doença de Alzheimer desde o ano de 2018”.
A informação foi publicada inicialmente pelo blog de Teo Cury, da CNN Brasil.